Sócios montaram o ateliê em uma sala de 35 metros quadrados, onde fazem ajustes e consertos em qualquer tipo de roupa.
Nunca é demais repetir: o empreendedor tem que buscar o cliente o tempo inteiro. Foi o que fizeram os donos de um ateliê de costura da capital paulista. Eles abriram um espaço num prédio comercial e, com isso, garantiram as vendas.
Luiz Fernando é engenheiro civil. A sócia dele, Zita França, é técnica em química. Mesmo com a profissão deles não tendo nada a ver com o negócio, o empreendimento está indo muito bem.
Os sócios montaram o ateliê em uma salinha de 35 metros quadrados, onde fazem ajustes e consertos em qualquer tipo de roupa. Eles investiram R$ 60 mil para reformar a sala, fazer estoque e comprar máquinas. Por mês, eles consertam uma média de 700 peças e faturam R$ 15 mil reais. “Nós escolhemos montar o nosso ateliê dentro de um condomínio de escritórios. Não é uma coisa normal de um ateliê, nós acabamos ficando muito escondidos. Mas em compensação, aqui nesse condomínio são 300 salas, então vocês já imaginam a quantidade de clientes que nós conseguimos aqui dentro”, conta Luiz Fernando.
Hoje, 30% das pessoas que trabalham no local já são clientes. Para atrair mais encomendas, os empresários usam redes sociais e fazem parcerias com lojas de roupa. O maior desafio é treinar mão de obra, que representa metade do custo de um conserto. Além de consertos e reparos, Zita e Luiz dão consultoria para quem quer montar um ateliê como o deles.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

